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sábado, 9 de março de 2013

E o carnaval do Basfond promete animar a segunda-feira paulistana. Conheça a história da festa

Durante anos, em especial até 2004, o carnaval (gay) paulistano era o do Basfond. Produzido pelo Sergio Kalil (que foi dono dos Base, Level, Mad Queen...), o carnaval rolava em um salão na rua Lisboa, seu endereço mais clássico, mas fez outras edições no Base e na própria Level. Vale lembrar que naqueles anos, o carnaval de Florianópolis mal existia para os paulistanos e cariocas (era destino dos meninos do sul, e olhe lá), e era o Rio que tinha as melhores e maiores festas. Época de X-Demente... Eram outros tempos.

A Level acabou fechando suas portas no fim de 2004 e Sergio Kalil deu um tempo da noite. Mas agora resolveu promover uma noite especial de Basfond. Será na segunda-feira de carnaval no Infinity, na Barra Funda. As duas pistas (uma de house e outra de samba) estarão presentes. Bem como as drags e o dark room (agora chamado de touch room, sei).

Então, nesta segunda-feira de carnaval  a partir das 23h, as portas do Infinity se abrem para receber gente animada querendo festa e que vai ouvir o som dos DJs Alessandro Kalero (Dream After), Shine (Flexx) e Jullly Beats (The Club Litoral) na Pista House. Já na Pista Carnaval, quem comanda o som são os DJs Rodrigo Borro e Robertinho Cachorra.

A noite tem ainda a pinta das drags Thalia Bombinha e Michelly Summer e o remelexo de gostosos gogo-boys. Marcelo Zen recebe o povo na porta. Quem quer mais ainda pode comemorar, mais uma vez: rola blackout total _outra das marcas registradas do Basfond. Será que os meninos que iam para a pista de cueca vão voltar?

Carnaval do Basfond
11 de fevereiro, 23h
Infinity Club: Avenida Francisco Matarazzo, 698 – Barra Funda
Tel.: (11) 3675-8104
www.clubinfinity.com.br


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Livro que promete "cura" para homossexualidade causa pol�mica na Espanha

 

Livro "Comprender y sanar la homosexualidad"


O livro "Comprender y sanar la homosexualidad" ("Compreender e curar a homossexualidade", em tradu??o literal), do psicoterapeuta Richard Cohen, foi retirado da livraria virtual de uma grande cadeia espanhola de lojas de departamento diante da avalanche de protestos.


A Federa??o Andaluza de Associa??es LGTB (l?sbicas, gays, transexuais e bissexuais) afirmou nesta ter?a-feira (27) em comunicado que o grupo El Corte Ingl?s retirou o livro de sua livraria virtual, embora ainda permane?a em suas lojas.


Segundo essa organiza??o, a empresa tamb?m pediu desculpas nas redes sociais ?s pessoas que se sentiram "ofendidas" pelo livro.


Cohen, que diz ter "curado" durante os ?ltimos quinze anos a "milhares" de homens e mulheres que sentiam atra??o por pessoas do mesmo sexo, escreveu o livro a partir de sua pr?pria experi?ncia pessoal, j? que garante que, ap?s ser homossexual "durante d?cadas", voltou a ser heterossexual.


"Se estamos decididos, contamos com o amor de Deus e o apoio de outras pessoas, a cura ? poss?vel", ressalta Cohen em entrevista publicada no site da editora que traduziu o livro para o espanhol.


A decis?o de retirar o livro de sua loja virtual foi tomada pelo El Corte Ingl?s ap?s uma iniciativa da Actuable, uma comunidade online de pessoas e organiza??es "que unem esfor?os para lutar contra as injusti?as".


Em apenas tr?s horas, segundo informou hoje em comunicado esta plataforma de ativismo, mais de quatro mil pessoas expressaram sua "indigna??o" pela venda do livro.


Para a Federa??o Andaluza de Associa??es LGTB, a retirada do livro ? uma "vit?ria do ativismo".


"Foram de grande ajuda as ferramentas das novas tecnologias da informa??o e comunica??o, que permitiram uma pronta e decisiva atividade por parte dos cidad?os", destacou esta organiza??o em comunicado.


Na opini?o da organiza??o, o livro pode provocar "n?o s? a desinforma??o radical sobre a pr?pria classe LGTB, mas uma clara amea?a para os jovens homossexuais e transexuais e suas fam?lias baseada nos t?o condenados e temidos tratamentos reparadores".

Fechar 28/12/2011


Livro que promete "cura" para homossexualidade causa pol?mica na Espanha



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domingo, 6 de novembro de 2011

Wanessa, rainha do 'bate-cabelo', promete trazer filho para shows o quanto antes

UOL M?sicaWanessa, rainha do 'bate-cabelo', promete trazer filho para shows o quanto antes30/10/2011UOL M?sica - Da Reda??o1@UOLMusica #UOL

Wanessa Camargo, ou melhor, Wanessa não podia ter escolhido lugar melhor para encerrar sua turnê “DNA” antes de entrar em licença-maternidade. No palco da boate LGBT The Week, a cantora mostra que fez uma escolha acertada ao investir na dance tribal (conhecida no meio gay como “bate-cabelo”) e fez seu último show antes de dar à luz José Marcos com participação de dois fãs no número final da apresentação, que aconteceu na madrugada de sábado (29) para domingo (30).

De shortinho preto e exibindo uma barriga de seis meses, Wanessa dançou e cantou vigorosamente dez músicas em pouco menos de uma hora e mostrou um estilo de apresentação que soma performances, coreografias e covers de grandes divas pop internacionais como Kylie Minogue, Lady Gaga e Britney Spears.

Pouco antes de entrar no palco, ela falou com exclusividade a UOL Música sobre as influências musicais e de como ficou feliz ao ver seu novo trabalho ter sido comentado até pelo jornal americano “New York Post”.

“Faz bem para o ego, né? Mas não faço ideia de como ficaram sabendo, porque só promovemos o disco aqui no Brasil, mas, em tempos de internet, as coisas vão sendo divulgadas e, quando você ouve falar, já estão tocando sua música na Espanha.”

O show de encerramento mostrou toda a energia da artista, que a despeito de algumas limitações vocais, colocou o público da boate para pular, cantando a maioria dos hits dessa nova fase de Wanessa como “Blow Me Away”, “Worth It” e “Sticky Dough” (a canção que teve participação de dois fãs que ganharam uma promoção que consistia em fazer um vídeo imitando a cantora). Enquanto dançavam, o telão da boate exibia imagens dos vídeos amadores.

Mesmo com a pausa, Wanessa dá mostras de que seu bebê, que deve chegar entre o Natal e o Ano Novo, não vai cair nas pistas de dança apenas dentro da barriga da mãe, já que a cantora deve voltar aos palcos para a segunda etapa da turnê em apenas quatro meses, menos do que o tempo regulamentar de qualquer licença-maternidade. “Ainda não sei como vai ser tudo. A vida agora vai ser diferente, mas assim que eu puder voltar, trago o bebê junto. Quatro meses é muito tempo pra ficar longe do palco.”


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