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domingo, 10 de março de 2013

Festa 4Guys faz edição de março na sauna paulistana Splash720

4Guys faz mais uma edição quente no sábado


Uma das festas mais safadas da noite paulistana, a 4Guys realiza mais uma edição neste mês demarco, novamente na sauna Splash720. No próximo dia 9, sábado, as partir das 22h, a sauna recebe o som dos DJs residentes Thiago Hancock (4Guys) e Daniel G (Splash720) para animar os safados que devem se reunir na Splash.


A 4Guys tem ainda stripper show total, show erótico interativo (isso mesmo, você pode participar do show se quiser) e uma estrutura propícia para fazer qualquer safado perder a cabeça. Edu Oliveira é o host da noite, que tem ainda sauna seca e a vapor, piscina aquecida, snack bar e área para fumantes.


Sem falar que no segundo andar da casa tem um safado labirinto, além de um dark room e uma área para praticantes do BDSM. O segundo andar reserva ainda glory holes, cabines privativas e quartos de solteiro e casal para quem quer mais privacidade. Aqui embaixo tem algumas regras importantes de serem observadas para sua noite ser apenas de (muito) prazer:


1. Todos os clientes receberão chaves na recepção para que possam guardar seus pertences em nossos armários, mesmo aqueles que optarem por entrada VIP e ter acesso somente à pista/área da piscina, porém as toalhas e chinelos só serão fornecidos aos portadores de pulseira.


2. Você pode aproveitar a festa vestido por completo, apenas com cueca ou sunga, apenas com toalhas ou sem nada, na 4GUYS você escolhe como se sente mais à vontade para curtir.


3. Não é permitido fotografar ou filmar o evento, caso alguém seja flagrado infringindo esta regra será convidado a se retirar do ambiente, sem isenção do pagamento de sua entrada e consumo.


4. É obrigatória a apresentação de documento original com foto na entrada da festa.


Valores
VIP* com Flyer/Nome em Lista até 1h
* Com acesso somente à pista/área da piscina


R$ 30 (entrada) ou R$ 60 (consumo) com acesso ao 2º andar após o Mega Show Interativo
R$ 40 (entrada) ou R$ 80 (consumo) com acesso imediato ao 2º andar


Lista VIP Limitada: Inclua os nomes completos, até 20h do dia do evento através do site: www.luiznettoonline.com.br ou www.claudionanti.vai.la ou www.selectionparty.com.br.


Splash720: Rua Guaicurus, 720 – Lapa
Tel.: (11) 4329-0204


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sábado, 9 de março de 2013

E o carnaval do Basfond promete animar a segunda-feira paulistana. Conheça a história da festa

Durante anos, em especial até 2004, o carnaval (gay) paulistano era o do Basfond. Produzido pelo Sergio Kalil (que foi dono dos Base, Level, Mad Queen...), o carnaval rolava em um salão na rua Lisboa, seu endereço mais clássico, mas fez outras edições no Base e na própria Level. Vale lembrar que naqueles anos, o carnaval de Florianópolis mal existia para os paulistanos e cariocas (era destino dos meninos do sul, e olhe lá), e era o Rio que tinha as melhores e maiores festas. Época de X-Demente... Eram outros tempos.

A Level acabou fechando suas portas no fim de 2004 e Sergio Kalil deu um tempo da noite. Mas agora resolveu promover uma noite especial de Basfond. Será na segunda-feira de carnaval no Infinity, na Barra Funda. As duas pistas (uma de house e outra de samba) estarão presentes. Bem como as drags e o dark room (agora chamado de touch room, sei).

Então, nesta segunda-feira de carnaval  a partir das 23h, as portas do Infinity se abrem para receber gente animada querendo festa e que vai ouvir o som dos DJs Alessandro Kalero (Dream After), Shine (Flexx) e Jullly Beats (The Club Litoral) na Pista House. Já na Pista Carnaval, quem comanda o som são os DJs Rodrigo Borro e Robertinho Cachorra.

A noite tem ainda a pinta das drags Thalia Bombinha e Michelly Summer e o remelexo de gostosos gogo-boys. Marcelo Zen recebe o povo na porta. Quem quer mais ainda pode comemorar, mais uma vez: rola blackout total _outra das marcas registradas do Basfond. Será que os meninos que iam para a pista de cueca vão voltar?

Carnaval do Basfond
11 de fevereiro, 23h
Infinity Club: Avenida Francisco Matarazzo, 698 – Barra Funda
Tel.: (11) 3675-8104
www.clubinfinity.com.br


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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Hostess influente da noite paulistana, Alê Rosa faz sucesso com o projeto musical We Love, criado ao lado do marido

Sempre elegante, Alessandra Rosa, ou Alê Rosa, é uma das figuras mais encantadoras da noite paulistana. Hostess dos clubes The Week e The Society, e das festas mais badaladas da cidade, a morena tem cerca de 10 anos de carreira e, hoje, diverte o público gay não só nas portas mas na pista, como integrante da dupla de DJs We Lov.e, ao lado de seu marido Marcio Zanzi.


A bela começou sua carreira na noite como bartender. Alê foi responsável pela sala vip do extinto Lov.e. Já como hostess, passou pelo Vegas Club, Royal, Glória, Cartel, Clash Club, HOTHOT, além de eventos como SPFW e Fashion Rio. Inicialmente, a moça conta que abraçou a carreira de hostess por acaso, já que sonhava em modelar. “Após vir para São Paulo, solteira e querendo abraçar o mundo, comecei a trabalhar como hostess de restaurante e nisso pulei para o bar. A partir daí, as pessoas me chamavam para fazer festas. Comecei no Lov.e, com o fechamento do clube, fui para o Vegas. Naquela época, o César Semensato começou com um projeto na The Week chamado “Baby Club”, às sextas-feiras. O Flávio (Lima, da TW) me viu trabalhando e coincidiu com a Grá Ferreira querendo sair da porta para discotecar. Parece que foi um encaixe perfeito”, relembra ela.


Ela revela que a montação não era uma marca inicial do seu trabalho. “Não era aquela montação absurda, era uma coisa sutil. Eu era de uma pegada dos clubbers e do rock dos anos 1990, era outra história. Não tinha a coisa do brilho, plumas e paetês de hoje. Eu sempre estava de preto”. Mas a noite foi moldando Alê e estilistas famosos começaram a vesti-la. “Na frente de casa tinha um ponto de travesti. Eu descia toda montada, parecendo a rainha de copas da Alice. Elas gritavam: ‘Amiga, arrasou!’. Achava isso engraçado. A coisa da montação faz com que você se divirta”, acredita.


Alê revela que a trajetória na porta dos clubes The Week e The Society garantiram histórias boas, hilárias e algumas trágicas. “De trágica houve uma ou duas. Lembro de uma vez em que um menino pegou uma pulseira da minha gaveta. Eu disse: ‘escuta, você não está na sua casa, meu anjo. Você vai conversar com o chefe da segurança’. Não tem nem que discutir. Entre as engraçadas, sempre tem a pessoa que afirma que está na lista de fulano. E, às vezes, o ‘fulano’ está ao meu lado. Minha reação: ‘É? Que absurdo, chama ele agora!’ E a pessoa do meu lado dando risada. Quem quer dar truque deveria saber, no mínimo, quem são as pessoas importantes na noite”, aconselha.


“Grosseria sempre existe. Mas contanto que a pessoa não me toque, pode ofender à vontade. A partir do momento em que a pessoa começa a pegar no meu braço, chamo a segurança. Prefiro não me indispor com o cliente, porque naquele momento vai ter uma fila com outros 30 que não estão sendo atendidos. Prefiro não perder meu tempo. Afinal, temos um suporte de segurança muito bom”, complementa.


Outro desafio constante da profissão é administrar as enormes filas nas noites mais badaladas dos clubes. “No começo, dava desespero com o tamanho da fila. Parecia que não ia acabar nunca. Com o tempo você se acostuma com o ritmo”. De fato, ela se mantém calma em qualquer situação.


AGORA, DJ
O projeto de discotecagem We Lov.e teve início quando Alê passou a sentir que tinha alcançado seu limite de tempo na porta. “Precisava fazer uma coisa nova. Meu marido tinha um projeto de montar uma dupla de música eletrônica. Eu me ofereci para participar. Desde então, seguimos numa linha que mistura pop, techno, underground. O que não nos limita e permite que estejamos em diferentes festas e eventos”. O projeto está fazendo bastante sucesso nas noites mais descoladas de São Paulo.


Sobre a possibilidade de encerrar sua atuação na entrada dos clubes, Alê Rosa afirma que o momento certo irá chegar. “Gosto muito da porta, tenho um carinho por receber as pessoas. Mas agora tenho um filhinho que é este projeto. Ver um amigo lá embaixo se jogando, rindo, com o olhinho brilhando por causa de uma música que você sabe que ele gosta émuito gratificante. É uma outra magia, uma outra história”.


Moises Pazianotto


 


Alê, a hostess número 1 de São Paulo se joga para as cabines


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