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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Meu filho gosta de brincar de boneca. Quando devo atentar para isso?

 


Niel: sociedade impõe brinquedos


Na difícil arte de educar, os pais muitas vezes se deparam com ciladas. Deparar-se com o seu “meninão” brincando com a bonequinha da prima, ou o que pode ser ainda pior – na visão amedrontada de muitos pais – ouvir da boca do filho que ele quer ganhar uma Barbie do Papai Noel, pode levar o “ego familiar” à falência.


 Acalmem-se pais: a homossexualidade não é contagiosa. O grande temor dos pais é que ter um filho brincando com bonecas possa transformá-lo ou ser um “grave indício” de que ele é homossexual e isso não é verdade. Somos nós, enquanto pais, educadores e sociedade que construímos e determinamos, artificialmente e ao longo de gerações quais são os brinquedos próprios de meninos e meninas de acordo com as regras da sociedade. Desse modo, e infelizmente, meninas ganham bonecas, panelas e vassouras, enquanto meninos ganham carros, tijolinhos, maletas de médico e caixas registradoras.


A criança terá interesse por tudo que é novidade, colorido e faz barulho, independente se for uma Barbie ou uma bola de futebol. E não será o interesse por certos tipos de brinquedos que interferirá na orientação sexual do seu filho. Isso porque a orientação sexual, que pode ser entendida como a “preferência” por um determinado sexo é um fator geneticamente determinado, como mostram diversas pesquisas, muito antigas inclusive.


No mesmo raciocínio, insistir que seu filho goste de futebol e carrinhos de ferro não o tornará heterossexual. Se ele for homossexual, ele poderá ser um homossexual que goste de carros e futebol. Se ele for um heterossexual que brincou com panelinhas, poderá ser um indivíduo não machista que aprendeu desde cedo que homem também pode “pilotar fogão” e até se tornar um grande cozinheiro. Sabe-se lá.


Outro ponto importante – não necessariamente preocupante – reside num outro aspecto da sexualidade que é a identidade de gênero, que pode ser compreendida como o “sexo” ao qual o indivíduo pertence, homem ou mulher. E, em alguns casos, quando a identidade de gênero vem “trocada” por questões provavelmente biológicas, gera-se uma grande confusão, misturando-se na cabeça dos pais com a questão da orientação. Nas alterações de identidade de gênero, a pessoa, muitas vezes desde a infância, se vê com o “sexo” trocado, não se enxergando pertencente ao seu sexo biológico. E isso é de assustar qualquer pai e qualquer mãe.


Os pais ficam muito assustados frente a esse tipo de acontecimento, simplesmente porque não foram preparados para isso, em nenhum estágio do seu desenvolvimento como ser humano. Pouco se discute na escola sobre essas possibilidades, justamente pelo medo do “contágio”. Muitos pais acreditam que falar sobre o assunto pode “dar a ideia” e “transformar” o filho em gay ou travesti.


Nos cursos de noivos das igrejas, nos divãs dos analistas e nos chás de bebês, quase ninguém debate essa possibilidade. As pouquíssimas pessoas que ouvi admitindo a possibilidade de ter um filho homossexual ou transexual são cruelmente rechaçadas pelos demais. Ninguém – ou quase – deseja ter um filho homossexual; transexual muito menos.


Deveríamos preventivamente discutir essa questão mais abertamente em nossa sociedade para que os pais e a própria sociedade estivessem mais preparados para receber seus filhos com amor, seja lá como venham. Enquanto isso não acontece, resta apagar o incêndio de orientar os pais quando se deparam com essas dúvidas e rezar para que eles não castiguem, não violentem, não espanquem e não oprimam a subjetividade de seus filhos, gerando pessoas infelizes.


*Marcelo Niel é médico psiquiatra e psicoterapeuta de orientação junguiana. Mestre em Ciências e colaborador da Unifesp. Professor Instrutor do Departamento de Psiquiatria da Santa Casa de São Paulo e um dos autores do livro “Série Dilemas Modernos 1: Drogas, Família e Adolescência”.


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quinta-feira, 21 de março de 2013

Colunista diz que vai ter beijo entre Thiago Lacerda e Lucio Mauro Filho em A Grande Família

De acordo com a jornalista Patrícia Teixeira, do jornal O Dia, tem tudo para rolar um beijo entre os personagens de Thiago Lacerda e Lucio Mauro Filho no seriado A Grande Família, da rede Globo. O diretor da atração Luis Felipe Sá, diz que Thiago Lacerda fará uma participação especial na próxima temporada do programa. E “se tudo der certo”, vai beijar Tuco, vivido por Lúcio Mauro Filho. "Se tudo correr bem, eles vão dar um beijo na boca", garantiu Luis Felipe.


Lucio e Thiago: será que o beijo sairá mesmo?


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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Elton John e parceiro comemoram anivers�rio do filho

 

Elton John e David Furnish comemoram anivers?rio do filho


Elton John e seu parceiro, David Furnish, comemoraram um ano do nascimento de seu filho, Zachary, neste domingo (26). Segundo informa??es do jornal Daily Mail, o casal declarou estar "transbordando de felicidade e alegria".


Zachary Jackson Levon Furnish-John nasceu com 3,59 kg na Calif?rnia, Estados Unidos. Elton John e David Furnish est?o juntos h? 13 anos, mas oficializaram a uni?o somente em 2005.


?LEIA MAIS:?M?sica 2011: 60 shows internacionais que marcaram o ano?
De Justin Bieber a Zooey Deschanel; artistas famosos apostam nas m?sicas de Natal

Fechar 26/12/2011


Elton John e parceiro comemoram anivers?rio do filho


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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Filho do jogador Edmundo com Cristina Mort�gua lan�a sua pr�pria grife e fala do incentivo do pai

 

Alexandre Mort?gua, filho de Edmundo com a ex-modelo Cristina Mort?gua


Alexandre Mort?gua, filho do ex-jogador de futebol Edmundo com a ex-modelo Cristina Mort?gua, se prepara para lan?ar a primeira cole??o da sua grife (que leva seu nome), no Espa?o Ox, no Leme, no pr?ximo s?bado. Em entrevista ao jornal O Dia Online ele falou sobre a rela??o com a m?e e o incentivo que tem recebido do pai.


VEJA MAIS: Edmundo diz que filho nunca admitiu ser homossexual para ele?


Em maio, o garoto de 17 anos, chamou a pol?cia em casa, alegando que estava sendo agredido pela m?e. Em sequ?ncia ele saiu de casa, foi morar com a av?, comp?s o funk ‘A Loka do Rivotril’ em homenagem ao? epis?dio e se reaproximou do pai, com quem n?o tinha tanto contato.


Passado o tumulto, Alexandre voltou para casa e a rela??o com Cristina vem melhorando. “Estamos todos nos acostumando uns com os outros. Minha m?e nunca viu o meu pai perto de mim, mas est? adorando. Meu pai tem me incentivado na carreira. Ele me disse: ‘Qualquer coisa digna, que d? dinheiro, eu apoio’”, contou o jovem designer ao jornal.


A cole??o de estreia da marca tem 14 looks com pegada minimalista. “N?o gosto de muita informa??o. Acho que, se voc? conseguir chocar com um estilo clean, voc? j? ? muito bom. Ser bom com exagero ? f?cil”, diz. Ele revela que se interessou por moda aos 12 anos? a influ?ncia da m?e foi grande nessa empreitada, j? que acompanhou muitos trabalhos da modelo.?

Fechar 12/11/2011


Filho do jogador Edmundo com Cristina Mort?gua lan?a sua pr?pria grife e fala do incentivo do pai



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terça-feira, 8 de novembro de 2011

No "CQC", Tiririca revela que tem um filho homossexual

No "CQC", Tiririca revela que tem um filho homossexual11/10/2011UOL Televis?oUOL Televis?o1@UOLTelevisao #UOL11/10/2011 - 17h51
Do UOL, no Rio 

O deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, em Bras?lia


No quadro “O Povo Quer Saber”, exibido no programa “CQC” da última segunda (10), Tiririca contou que tem um filho homossexual. O humorista e deputado federal fez a revelação após ser questionado com qual companheiro de Câmara se identificava mais: Jean Willys ou Jair Bolsonaro. “O Bolsonaro é um cara bacana pra caramba. E o Jean é sensacional. Eu tô entre os dois. Não sou preconceituoso, inclusive tem um filho meu que é [gay] também, né? Mas isso é normal. Toda família tem. Todos nós temos um pouquinho disso aí. É porque a gente esconde, né Tas?”, disse ele, brincando com o apresentador Marcelo Tas.


Vale lembrar que o deputado Jean Willys é homossexual assumido, já Bolsonaro faz campanha contra a homossexualidade. Leia, abaixo, outros trechos do quadro com Tiririca:


Onde tem mais palhaço, no Congresso ou no circo?
Tem muita gente boa, que trabalha sério. Mas tem alguns palhaços também, viu?
Alguma ex-mulher sua já te deixou pobre?
Com certeza.
Quem é o parlamentar mais abestado do Congresso?
Cara, é eu, né? Abestado! (risos)
Você já aprendeu o que faz um deputado federal para falar para a gente?
Já. O deputado federal trabalha muito e produz pouco. Na realidade é isso aí.
Aquela história que você é analfabeto é verdade?
Eu não sou nenhum professor, mas analfabeto não.
Você pensa em lançar seu filho Tirulipa como candidato a vereador?
Ele já está. O cara já entrou. Ele vai vir como vereador por Fortaleza. E o moleque vai ganhar e o moleque é bom”.


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domingo, 6 de novembro de 2011

Wanessa, rainha do 'bate-cabelo', promete trazer filho para shows o quanto antes

UOL M?sicaWanessa, rainha do 'bate-cabelo', promete trazer filho para shows o quanto antes30/10/2011UOL M?sica - Da Reda??o1@UOLMusica #UOL

Wanessa Camargo, ou melhor, Wanessa não podia ter escolhido lugar melhor para encerrar sua turnê “DNA” antes de entrar em licença-maternidade. No palco da boate LGBT The Week, a cantora mostra que fez uma escolha acertada ao investir na dance tribal (conhecida no meio gay como “bate-cabelo”) e fez seu último show antes de dar à luz José Marcos com participação de dois fãs no número final da apresentação, que aconteceu na madrugada de sábado (29) para domingo (30).

De shortinho preto e exibindo uma barriga de seis meses, Wanessa dançou e cantou vigorosamente dez músicas em pouco menos de uma hora e mostrou um estilo de apresentação que soma performances, coreografias e covers de grandes divas pop internacionais como Kylie Minogue, Lady Gaga e Britney Spears.

Pouco antes de entrar no palco, ela falou com exclusividade a UOL Música sobre as influências musicais e de como ficou feliz ao ver seu novo trabalho ter sido comentado até pelo jornal americano “New York Post”.

“Faz bem para o ego, né? Mas não faço ideia de como ficaram sabendo, porque só promovemos o disco aqui no Brasil, mas, em tempos de internet, as coisas vão sendo divulgadas e, quando você ouve falar, já estão tocando sua música na Espanha.”

O show de encerramento mostrou toda a energia da artista, que a despeito de algumas limitações vocais, colocou o público da boate para pular, cantando a maioria dos hits dessa nova fase de Wanessa como “Blow Me Away”, “Worth It” e “Sticky Dough” (a canção que teve participação de dois fãs que ganharam uma promoção que consistia em fazer um vídeo imitando a cantora). Enquanto dançavam, o telão da boate exibia imagens dos vídeos amadores.

Mesmo com a pausa, Wanessa dá mostras de que seu bebê, que deve chegar entre o Natal e o Ano Novo, não vai cair nas pistas de dança apenas dentro da barriga da mãe, já que a cantora deve voltar aos palcos para a segunda etapa da turnê em apenas quatro meses, menos do que o tempo regulamentar de qualquer licença-maternidade. “Ainda não sei como vai ser tudo. A vida agora vai ser diferente, mas assim que eu puder voltar, trago o bebê junto. Quatro meses é muito tempo pra ficar longe do palco.”


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