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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sauna Splash720 recebe mais uma edição da festa 4Guys

 


4Guys de Páscoa rola na quinta-feira


A festa safada 4Guys realiza mais uma edição neste mês de março, novamente na sauna Splash720, para provar que nem só de chocolate é feita a Páscoa. Na próxima quinta-feira, 28 de março, véspera de feriado, a partir das 22h, a sauna recebe o som dos DJs residentes Thiago Hancock (4Guys) e Daniel G (Splash720) e do convidado Wandy Telles para animar os safados que devem se reunir na Splash.


A 4Guys tem ainda stripper show total, show erótico interativo (isso mesmo, você pode participar do show se quiser) e uma estrutura propícia para fazer qualquer safado perder a cabeça. A noite tem ainda sauna seca e a vapor, piscina aquecida, snack bar e área para fumantes.


Sem falar que no segundo andar da casa tem um safado labirinto, além de um dark room e uma área para praticantes do BDSM. O segundo andar reserva ainda glory holes, cabines privativas e quartos de solteiro e casal para quem quer mais privacidade. Aqui embaixo tem algumas regras importantes de serem observadas para sua noite ser apenas de (muito) prazer:


1. Todos os clientes receberão chaves na recepção para que possam guardar seus pertences em nossos armários, mesmo aqueles que optarem por entrada VIP e ter acesso somente à pista/área da piscina, porém as toalhas e chinelos só serão fornecidos aos portadores de pulseira.


2. Você pode aproveitar a festa vestido por completo, apenas com cueca ou sunga, apenas com toalhas ou sem nada, na 4GUYS você escolhe como se sente mais à vontade para curtir.


3. Não é permitido fotografar ou filmar o evento, caso alguém seja flagrado infringindo esta regra será convidado a se retirar do ambiente, sem isenção do pagamento de sua entrada e consumo.


4. É obrigatória a apresentação de documento original com foto na entrada da festa.


Valores
VIP* com Flyer/Nome em Lista até 1h
* Com acesso somente à pista/área da piscina
R$ 30 (entrada) ou R$ 60 (consumo) com acesso ao 2º andar após o Mega Show Interativo
R$ 40 (entrada) ou R$ 80 (consumo) com acesso imediato ao 2º andar


Lista VIP Limitada: Inclua os nomes completos, até 20h do dia do evento através do site: www.luiznettoonline.com.br ou www.claudionanti.vai.la ou www.selectionparty.com.br.


Splash720: Rua Guaicurus, 720 – Lapa
Tel.: (11) 4329-0204


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quarta-feira, 20 de março de 2013

São Paulo recebe peça francesa sobre transexual e seu pai

Ferretti dá vida à trans Paula a partir do dia 15


O ator Fábio Ferreti vai enfrentar a partir do dia 15 deste mês nos palcos de São Paulo o desafio de interpretar uma transexual, que, para deixar a história ainda mais desafiadora, não conta com o apoio da família para viver a vida que escolheu para si. Ele é Paula, protagonista da peça francesa inédita no Brasil “Terça no Hiper” (Le Mardi à Monoprix), do dramaturgo francês Emmanuel Darley.


O espetáculo estreia no dia 15 de março, às 21h30, na Sala Experimental do Teatro Augusta, com direção de Vany Alves e texto traduzido pelo próprio ator, que dá vida no palco a uma filha trans que tem como desafio a convivência com seu pai. Após a morte da mãe e muitos anos sem contato com ele, a moça decide retomar a relação para tomar conta do pai, já um homem idoso.


“Terça no Hiper” faz o recorte em um desses dias de visita. Todos aqueles que aparecem na história são apresentados pela memória de Paula de forma narrativa, mas carregados pelo tom da fala dessas pessoas. A retomada da convivência com o pai e o reencontro com os moradores da cidade, personagens de sua história já esquecida, colocam Paula em confronto com as sombras do seu passado.


Esta é a primeira vez que Darley tem uma obra sua traduzida e montada no Brasil. Segundo Fábio, o que o fez escolher o texto foi o nó existente na relação do pai com a filha de 50 anos. “É difícil entender como ela, que é uma transexual, consegue frequentar uma cidade da qual não gosta para manter esse compromisso com o pai que sempre a rejeitou. Que afeto é esse que a mantém ligada ao pai?”


"Terça no Hiper": estreia 15 de março – sexta-feira – às 21h30
Texto: Emmanuel Darley
Tradução e interpretação: Fábio Ferretti
Direção: Vany Alves
Teatro Augusta - Sala Experimental: Rua Augusta, 943 – Cerqueira César
www.teatroaugusta.com.br
Tel: (11) 3151- 4141
Temporada: de 15 de março a 28 de abril
Sexta (21h30), sábado (21 horas) e domingo (19 horas)
R$ 30 (meia R$ 15)


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sexta-feira, 1 de março de 2013

Espetáculo que discute homofobia recebe doações para chegar aos palcos paulistanos

 


Depois de patrocínios negados, espetáculo "Tem alguém que nos odeia" recebe doações para chegar aos palcos


O espetáculo “Tem alguém que nos odeia” aborda a relação privada e amorosa de duas mulheres, Maria, brasileira, e Cate, estrangeira, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento herdado por Maria, elas vivem em conflito, com suas histórias e culturas diferentes que provocam atritos constantes e comuns a qualquer relação já desgastada pelo tempo. Em meio a esse ambiente conflituoso, a violência e o terror batem à sua porta invadindo seu lar. Obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, ele se torna um inimigo invisível e constantemente presente.



O texto escrito em 2011 por Michelle Ferreira foi finalista do “Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva (2011)” em parceria entre a FUNART e o Instituto Camões. Tudo estava certo que seria fácil arrumar um patrocínio e apoiadores para uma produção já premiada. Mas não foi isso que aconteceu. Nenhuma instituição privada procurada está disposta em patrocinar a peça “Tem alguém que nos odeia”. Foi quando a atriz e produtora Ana Paula Grande arregaçou as mangas e foi a luta de um patrocínio coletivo. Ela explica como é o projeto e a saga de levantar a verba necessária para colocar a obra nos palcos.

Você apresentou o texto para diferentes empresas. Quais foram as justificativas que estas empresas deram para não patrocinar?
Ela foram evasivas, na verdade nunca foram diretas. Quando a gente chegava no ponto principal da peça, que é a homofobia, as empresas geralmente diziam que não queriam falar sobre o assunto, ou que neste ano vão patrocinar cinema. Na verdade, as empresas estão preocupadas com textos comerciais, não com o tema proposto. Sabemos que a homofobia é um tema relevante para a sociedade, questionar o porquê ela ainda não é crime é urgente. Mas, ainda, estas instituições preferem produções que lucrem.

Como o texto aborda o tema?
O texto é lindo, muito delicado. Conta a história de duas mulheres que vivem juntas em um apartamento, durante o enredo elas começam a ser persseguidas por um vizinho homofóbico e chegam a ser agredidas. O espetáculo não tem cenas de duas mulheres se pegando, peladonas. Ou seja, vamos atingir um público que vai ao teatro, em muitos casos, que não está interessado na causa LGBT.

Você chegou a pedir patrocínio para ONGs LGBTs?
Muitas. Esta semana cheguei mandar e-mail para 300 instituições não governamentais, apenas três me responderam. Uma disse que não tinha dinheiro, outra foi mais direta ainda falando que eu sou louca de pedir dinheiro para uma ONG, a última foi bastante interessante; ela disse assim no e-mail: “o silêncio é uma forma de discriminação”, eu pergunto: “esta última instituição leu meu e-mail explicando o que é a peça, qual mensagem ela quer passar?” Eu não posso ficar calada, o espetáculo tem que acontecer, é de relevância para a sociedade. Resolvi colocar o projeto no Catarse.


E como você conheceu o Catarse?
Eu fui para Europa de lua de mel com meu marido, não sou gay, sou casada com um homem. Lá, visitei vários concertos e peças. Quando eu lia os panfletos dos espetáculos, via o nome de várias pessoas que patrocinaram aqueles projetos e mostrei para meu esposo. Depois, no ano passado, fomos para os Estados Unidos, e lá também se passava a mesma coisa. Quando voltei para o Brasil, procurei algo parecido e cheguei ao Catarse. É maravilho, já que lá as pessoas podem doar em projetos a partir de temas que lhes agradam, não visando se o projeto vai dar lucro ou não. Uma amiga conseguiu juntar 30 mil reais para seu monólogo pelo Catarse. A equipe deles é fantástica, eu cheguei desesperada para mostrar meu projeto, já pensando: “Se eu conseguir mil reais, eu faço a peça em uma praça pública”. Chegamos em um valor minimo de 25 mil reais para colocar o espetáculo dois meses em cartaz.

Vocês já tem um teatro fechado para exibir a peça?
Temos sim. Será no Teatro Augusta, no palco experimental. Eles até me disseram que caso a gente consiga um bom resultado, conseguimos ficar em cartaz até três meses. O Sesc, como está preocupado com a temática e não com o lucro, como as empresas, já disse que também está interessado em exibir nosso espetáculo, mas a gente precisava enviar um vídeo do espetáculo. A gente não tinha dinheiro para ensaiar, quanto menos para pagar a diretora.

Você disse que não é gay. Qual o interesse tão grande em um espetáculo com temática LGBT?
A gente faz teatro desde os 10 anos de idade. 90% dos nossos amigos são gays e desde a minha adolescência vejo estes mesmos amigos sofrendo por serem gays, vários amigos na escola eram afeminados e não conseguiam ter amigos. Agora, fiz 30 anos, e quero ter um filho e não quero que ele viva em um mundo assim, não quero que ele sofra e este projeto é o que me faz ter força.*

Caso queria contribuir para o projeto "Tem alguem que nos odeia", ou conhecer o Catarse, acesse aqui e saiba como doar. Em cena estão as atrizes  Bruna Anuarte e Ana Paula Grande, cenografia de Pedro Henrique Moutinho, hair e make up de Dicko Lorenzo  e direção de José Roberto Martins.


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domingo, 6 de novembro de 2011

Ex-BBB Morango recebe homenagem em parada gay

Neste domingo (23), a ex-BBB Ang?lica Morango foi homenageada durante a parada gay em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O evento reuniu cerca de 100 mil pessoas.

“Foi a minha primeira vez aqui e fiquei impressionada com o que vi. O parque em que o evento ? realizado h? anos ? um lugar muito frequentado por fam?lias e vi muitos casais, beb?s e senhorinhas acenando, dan?ando, participando ativamente do evento sem nenhum tipo de preconceito, lado a lado... Me emocionei porque ? isso o que eu gostaria de ver no dia a dia e em todas as ocasi?es entre pessoas heterossexuais e homossexuais: respeito, partilha. Esse ? o caminho, estamos chegando l?”, declarou.

Fechar 24/10/2011

Ex-BBB Morango recebe homenagem em parada gay


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sábado, 5 de novembro de 2011

Veja a programa��o do "Luv MTV", que recebe casal gay nesta quarta-feira (12)

Foto: Divulgação/MTV Confira galeria de fotos dos bastidores do Luv MTV Gay

$("a[rel=mtv_galeria]").colorbox( { opacity:0.7, current: "{current} de {total}", slideshow: true, slideshowStart: "slideshow", slideshowStop: "parar", slideshowSpeed: 5000, slideshowAuto: false } ); Redação MTV

Nesta quarta-feira (12), a MTV resolveu fazer algo diferente. Vamos fazer 'aloka' e deixar a programação exclusivamente gay das 15h até a hora do aguardado Luv MTV Gay, às 22h30. Veja abaixo o que vai rolar na sua TV e se joga! 

Tudo começa às 15h, no Hora Extra, com Didi e Jana Rosa conversando ao vivo com a audiência sobre o universo gay e relembrando outros programas que a MTV já exibiu com essa temática. Entre os assuntos do programa, astros da música que saíram do armário!

Na sequência, Titi e Marimoon comandam o Acesso Especial com clipes e artistas do universo pop que de alguma forma fazem parte do universo gay. O Acesso, você sabe, começa às 17h!

Às 19h, o Didi volta ao vivo para a programação da MTV com o TOP 10 MTV Aloka, com dez clipes escolhidos pela audiência pelo Votorama só com as Divas Gays da música. 

Depois, às 20h, é a vez do Grampo MTV tratar da homofobia, assunto que ainda gera muita discussão e precisa ser discutido do jeito que só o holofote das câmeras do programa sabe fazer. 

O termo 'homofobia' ganhou ainda mais força quando, no início do ano, o Supremo Tribunal Federal votou por unanimidade a favor da união homoafetiva. O que parecia um grande passo a caminho da civilidade se transformou numa arena de insultos. O programa acredita que está mais do que na hora de encontrar uma maneira civilizada de conviver e respeitar o direito de todos, não perde!

A partir das 22h, Dani e Bento deixam o Furo MTV por conta de Thammy Calabresa e Markun – dois parentes desconhecidos dos apresentadores. O programa vai abordar o assunto gay de um jeito que só eles sabem fazer.

Às 22h30 tem a atração mais aguardada do dia, a 1ª edição do LUV MTV Gay no comando de Ellen Jabour. O Alvo da vez é Marcio Motta, 27 anos, ator que está a procura de companheirismo, maturidade e uma pitada de ciúmes! Ele ama artes e gosta de coisas saudáveis. O companheiro ideal para ele deve gostar de um passeio de bicicleta, cinema e uma baladinha! E o coração desse moço será disputado por Machado, Rick, Tony e Ti.

Os candidatos vão ter que passar por uma série de provas para conquistar o coração de Marcio, entre elas 'Cabra-Cega', em que todos vendados poderão tocar uns aos outros, 'Tortura', em que cada pretendente será sorteado para uma tortura sensual, entre outras! Pura ferveção!

Para não ficar sem ver nenhum programa, confira com detalhes tudo que vai rolar, com os horários das reprises. Claro, que se mesmo assim você perder alguma coisa, fique tranquilo, pois você vai ver tudo nos vídeos no site da MTV. 

Hora Extra Especial Gay – com Jana Rosa e Didi – ao vivo, às 15h
Acesso Especial – com Marimoon e Titi – ao vivo, às 17h, com reprise no dia seguinte, às 12h
Top 10 Divas Gay - Apresentado por Didi – ao vivo, às 19h, com reprise no dia seguinte, às 11h
Grampo MTV – com Cazé, às 20h
Furo MTV – com Thammy Calabresa e Markun e presença ilustre de Amin Khader, às 22h, com reprise às 00h no mesmo dia e no dia seguinte, às 15h.
LUV MTV Gay – 1ª. Edição – com Ellen Jabour, às 22h30.
Reprises: quinta, às 0h30 / sexta, às 16h / sábado, às 19h / domingo, às  12h / domingo, às  22h


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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Clube A Lôca recebe versão abençoada da festa Junkiebox

 


Cleycianne é personagem de Thiago Pereira


A serva do Senhor na internet Cleycianne é a grande atração da noite desta sexta-feira, 26, no projeto semanal Junkiebox, que mistura na pista do clube paulistano A Lôca muito pop, funk e trash. E nesta sexta quem apresentar o ingresso do show de Rick Martin ou do filme da Kylie Minogue entra de graça.


A edição sarcasticamente ungida da festa vai ter Cleycianne dividindo o som com Thiago Khaus (Nasty) e Berg Flores, que prometem tocar pop e funk bagaceira, e Nenê Kravitz. A noite conta ainda com som de Revoltx Cardoso e Fancy e a dupla Atracks Queens, tocando pop, rock e flashback.


Passam pelas pick-ups do clube ainda a dupla inseparável Ginger Hot e Sérjô e Enio Vaz. E rola entrada VIP até 1h colocando nome na lista pelo e-mail junkieboxparty@gmail.com. Sem nome na lista paga R$ 25 de entrada ou R$ 40 de consumo.


A Lôca: Rua Frei Caneca, 916 - Cerqueira César
Tel.: (11) 3159-8889


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