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terça-feira, 19 de março de 2013

Hollywood deixa de financiar filme por achar projeto muito gay


Filme baseado na vida de
Liberace é negado por Hollywood


Baseado no livro “Behind the Candelabra: My Life With Liberace”, de ScottThorson, o filme de Steven Soderbergh só saiu do roteiro impresso por sua própria teimosia depois que todos os estúdios americanos se recusaram a banca a produção, por considerá-la “gay demais”.

De acordo com Soderbergh, em entrevista publicada na última edição da revista norte-americana “Entertainment Weekly”, ele bateu em todas as portas das produtoras de cinema de Hollywood, mas ninguém quis apadrinhar o projeto. As justificativas que o diretor recebeu envolvem a provável dificuldade de comercializar o produto por seu tema. O filme foi feito para televisão e batizado de “Behind The Candelabra” (Por Trás do Candelabro), com recursos do próprio diretor.

No enredo estão Michael Douglas, que interpreta o pianista americano Liberace, e Matt Damon, seu namorado, Scoot Thorson. Se for fiel à vida de Liberace, que morreu em decorrência da Aids em 1987, o filme terá muito brilho. Será exposto o estilo de vida perdulário do pianista com muito sexo, romance, música, pianos, candelabros e intrigas. Thorson moveu um processo de 113 milhões de dólares contra o amante, alegando que ele tinha dedicado cinco anos de sua vida a Liberace.


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domingo, 17 de março de 2013

MDZ é o novo projeto de Geroge M. Vem ouvir

Alívio é o novo projeto de George M.


No dia 5 de março, será lançada no iTunes a mais nova investida do DJ George M., que já responde pelo projeto Las Bibas From Vizcaya e tem apostado forte em sua carreira de produtor (com direito a música na trilha sonora da novela global “Lado a Lado”). É “Alívio”, álbum instrumental de dreampop que ele fez usando o pseudônimo MDZ – Mukiz digital zound.


“Cicatriz”, que você ouve ali embaixo, é o primeiro futuro sucesso que já pode ser baixado gratuitamente (clique aqui), sendo que George, ou melhor, MDZ, vai liberar até o dia 5 uma música por semana para download grátis. Apesar de quase todas as músicas terem letras e vocais, ele decidiu dividir o projeto em duas etapas: primeiro lança a versão instrumental do álbum, e depois a com vocal.


Como o próprio nome diz, “Alívo” é um álbum calmo e relaxante, mas nem por isso lento ou monótono, pra se escutar em qualquer situação, e em qualquer lugar que se busque o seu “alívio” pessoal. Letras, arranjos, melodias e vocais ficam por conta do próprio MDZ, com as 10 músicas sendo batizadas com apenas uma palavra - sentimentos ou estágios que todos passamos em alguma etapa da vida: calmaria, cicatriz, inerte, recomeço, retrô, alívio, nome, pele, oferenda e diva.





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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Hostess influente da noite paulistana, Alê Rosa faz sucesso com o projeto musical We Love, criado ao lado do marido

Sempre elegante, Alessandra Rosa, ou Alê Rosa, é uma das figuras mais encantadoras da noite paulistana. Hostess dos clubes The Week e The Society, e das festas mais badaladas da cidade, a morena tem cerca de 10 anos de carreira e, hoje, diverte o público gay não só nas portas mas na pista, como integrante da dupla de DJs We Lov.e, ao lado de seu marido Marcio Zanzi.


A bela começou sua carreira na noite como bartender. Alê foi responsável pela sala vip do extinto Lov.e. Já como hostess, passou pelo Vegas Club, Royal, Glória, Cartel, Clash Club, HOTHOT, além de eventos como SPFW e Fashion Rio. Inicialmente, a moça conta que abraçou a carreira de hostess por acaso, já que sonhava em modelar. “Após vir para São Paulo, solteira e querendo abraçar o mundo, comecei a trabalhar como hostess de restaurante e nisso pulei para o bar. A partir daí, as pessoas me chamavam para fazer festas. Comecei no Lov.e, com o fechamento do clube, fui para o Vegas. Naquela época, o César Semensato começou com um projeto na The Week chamado “Baby Club”, às sextas-feiras. O Flávio (Lima, da TW) me viu trabalhando e coincidiu com a Grá Ferreira querendo sair da porta para discotecar. Parece que foi um encaixe perfeito”, relembra ela.


Ela revela que a montação não era uma marca inicial do seu trabalho. “Não era aquela montação absurda, era uma coisa sutil. Eu era de uma pegada dos clubbers e do rock dos anos 1990, era outra história. Não tinha a coisa do brilho, plumas e paetês de hoje. Eu sempre estava de preto”. Mas a noite foi moldando Alê e estilistas famosos começaram a vesti-la. “Na frente de casa tinha um ponto de travesti. Eu descia toda montada, parecendo a rainha de copas da Alice. Elas gritavam: ‘Amiga, arrasou!’. Achava isso engraçado. A coisa da montação faz com que você se divirta”, acredita.


Alê revela que a trajetória na porta dos clubes The Week e The Society garantiram histórias boas, hilárias e algumas trágicas. “De trágica houve uma ou duas. Lembro de uma vez em que um menino pegou uma pulseira da minha gaveta. Eu disse: ‘escuta, você não está na sua casa, meu anjo. Você vai conversar com o chefe da segurança’. Não tem nem que discutir. Entre as engraçadas, sempre tem a pessoa que afirma que está na lista de fulano. E, às vezes, o ‘fulano’ está ao meu lado. Minha reação: ‘É? Que absurdo, chama ele agora!’ E a pessoa do meu lado dando risada. Quem quer dar truque deveria saber, no mínimo, quem são as pessoas importantes na noite”, aconselha.


“Grosseria sempre existe. Mas contanto que a pessoa não me toque, pode ofender à vontade. A partir do momento em que a pessoa começa a pegar no meu braço, chamo a segurança. Prefiro não me indispor com o cliente, porque naquele momento vai ter uma fila com outros 30 que não estão sendo atendidos. Prefiro não perder meu tempo. Afinal, temos um suporte de segurança muito bom”, complementa.


Outro desafio constante da profissão é administrar as enormes filas nas noites mais badaladas dos clubes. “No começo, dava desespero com o tamanho da fila. Parecia que não ia acabar nunca. Com o tempo você se acostuma com o ritmo”. De fato, ela se mantém calma em qualquer situação.


AGORA, DJ
O projeto de discotecagem We Lov.e teve início quando Alê passou a sentir que tinha alcançado seu limite de tempo na porta. “Precisava fazer uma coisa nova. Meu marido tinha um projeto de montar uma dupla de música eletrônica. Eu me ofereci para participar. Desde então, seguimos numa linha que mistura pop, techno, underground. O que não nos limita e permite que estejamos em diferentes festas e eventos”. O projeto está fazendo bastante sucesso nas noites mais descoladas de São Paulo.


Sobre a possibilidade de encerrar sua atuação na entrada dos clubes, Alê Rosa afirma que o momento certo irá chegar. “Gosto muito da porta, tenho um carinho por receber as pessoas. Mas agora tenho um filhinho que é este projeto. Ver um amigo lá embaixo se jogando, rindo, com o olhinho brilhando por causa de uma música que você sabe que ele gosta émuito gratificante. É uma outra magia, uma outra história”.


Moises Pazianotto


 


Alê, a hostess número 1 de São Paulo se joga para as cabines


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