Mostrando postagens com marcador agito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador agito. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de março de 2013

Off Club vive noite disputada e de muito agito com a linda Grá Ferreira

Após o agito da última sexta-feira, 1 de março, com o pessoal da 'Festa POP', que animou a tribo mais divertida da cidade, a noite do sábado, 2 de março, bombou e foi bastante disputada na Off Club, em Salvador.

Encabeçada pela dama do tribal Grá Ferreira, que além de ser residente da The Week São Paulo está nos principais circuitos eletrônicos do mundo, a festa MEGA marcou a reabertura da casa. Grá tocou ao lado dos residentes Lolly Ramos e Mauzz, que, juntos, concretizaram que as melhores coisas da vida vão continuar acontecendo na Off.

A procura foi incrível e gerou o maior alvoroço entre os baladeiros de plantão. Antes mesmo de abrir, uma enorme fila já anunciava o sucesso do fim de semana. Cerca de 500 pessoas curtiram o agito certo da MEGA e mataram as saudades do clubinho mais tradicional de Salvador.

No álbum você vê os melhores cliques da noite: 


View the original article here

sexta-feira, 8 de março de 2013

Festa eletrônica carioca mistura arte visual e música para comemorar seis anos de agito

Carol Bandeira é idealizadora da Jukebox


Uma das maiores festas LGBT de música eletrônica do Rio de Janeiro completa seis aninhos em 2013. E para comemorar, uma edição super colorida com 12 DJs fervendo a pista foi organizada para apagar as velinhas da Jukebox, no dia 16 de maço, na Estação Leopoldina, na Avenida Francisco Bigalho, s/no.

Na 23ª edição, além da mistura de cores, a JukeBox vai promover também uma integração artística, levando para a Estação Leopoldina arte urbana, performances circenses e apresentações teatrais. Ao longo de toda a noite, o púbico poderá conferir algumas dessas intervenções nos vagões de trens desativados, que foram pintados pelos artistas plásticos Os Gêmeos.



Conversamos com a idealizadora da festa, Carol Bandeira, para contar como a festa foi se transformando ao longo destes anos.

A Jukebox acabou de comemorar cinco anos. A festa promete um show de DJs com boa música e bastante curtição. Como a festa começou?

Começou despretensiosamente, servindo de pretexto para a comemoração do aniversário do Rodrigo Senninha (um dos produtores). Essa primeira edição foi bem pequena, para aproximadamente 80 pessoas. O formato agradou e os convidados pediram outra. E não paramos mais.

Logo depois da primeira edição você percebeu que tinha caldo a festa e que ela iria bombar como é hoje?

Depois da primeira edição não. Ainda éramos uma festa feita na cobertura, num domingo à arde, feita de amigos para amigos. Mas fico feliz que o público tenha reconhecido nosso esforço e comentado o evento com os amigos. Começou o boca-a-boca que fez a festa crescer cada vez mais.

Como foi o processo de crescimento da festa?


O boom da JukeBox se deu mesmo com essa divulgação boca-a-boca. Quando percebemos que nosso público aumentava sempre a cada edição, vimos que tínhamos que inovar cada vez mais. Acho que por causa disso nosso público é tão exigente. A cada nova festa nos sentimos na obrigação de fazer ou trazer alguma coisa nova, e sempre crescendo. Hoje somos a maior festa do segmento da cidade e com um público médio de 5 mil pessoas por edição.

O público LGBT é um grande frequentador da festa. Ela foi criada para os gays, ou não? É uma festa para todo mundo se divertir misturado?

Começou voltada para o público gay mesmo. Mas posso dizer que hoje em dia temos um público bem misturado e heterogêneo. Temos héteros, gays, solteiros, casados, homens, mulheres. Tem até pais que vão com os filhos. E todo mundo se diverte junto, sem preconceitos.

Depois de seis anos, a forma com que a Jukebox é feita mudou muito? Como é o público fiel?


Mudou bastante, mas acho que toda a mudança foi necessária para crescermos e definirmos melhor a marca. Éramos uma festa realizada tradicionalmente aos domingos, que começava às 16h e ia até à 0h. Depois passamos a estender a festa até às 2h da manhã. Mas recebíamos muitos pedidos de pessoas que sofriam para ir trabalhar na segunda, aí resolvemos fazer uma edição no sábado começando às 18h e terminando às 6h. Já na última edição fizemos numa sexta-feira à noite. Agora, essa próxima edição volta a ser no sábado, mas no formato noturno mesmo, começando a partir das 22h. E o mais legal nessa história toda é que o público não deixou de ir em nenhuma edição. Não importa o dia e nem o horário, nosso público é fiel mesmo e sempre marca a presença na JukeBox.

O que você espera desta edição de seis anos da JukeBox?


Na festa do dia 16/03 estamos apostando em um line-up completamente nacional, mas ainda assim de peso. São 12 DJs espalhados pelas duas pistas da JukeBox. Na e-Box, voltada para a música eletrônica, vamos ter o TOP Dj João Neto de São Paulo, Dj Filipe Guerra – que é o queridinho do público da JukeBox, DJ Tannuri – que se consagrou na cidade com sua residência na Revolution, o super conceituado Rafael Calvente, além dos nossos residentes: FeueR e Diego Valente. E o destaque da noite fica por conta da apresentação da cantora Natalia Damini. Já o comando da JukePOP fica por conta dos DJs Buba, Felipe Malfoy, Thiago Araujo, Caio Buker, Tatah Toscano e a mineira Babi. Acho que essa escolha desses vários nomes garante a heterogeneidade do evento. É uma festa feita para todos os gostos e tipos. Sendo assim, esperamos que o público do Rio de Janeiro e até de outras cidades compareça em peso.


View the original article here