sexta-feira, 12 de abril de 2013

Amiga de infância do novo Papa diz que ele considerava gays uma aberração

Nelly, argentina de 86 anos, deu entrevista para o portal Terra para falar de sua amizade com o agora Papa Bergoglio. Sobre homossexuais, Neely foi taxativa: “ele dizia que era uma aberração”.


O agora Papa foi ferrenho opositor da lei do casamento gay argentina e chegou a expulsar um padre, Nicolás Alessio (53 anos) de Córdoba, por apoiar o casamento gay. Ele também foi contrário à lei de identidade de gênero aprovada em maio de 2012 e que autoriza travestis e transexuais a registrar seus dados com o sexo escolhido na Argentina.


Militância
Os principais grupos de defesa dos direitos LGBT da Argentina criticaram a eleição de Bergoglio para o posto. A Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trans emitiu uma nota em que diz que a escolha do cardeal "marca uma clara vontade do Vaticano de radicalizar sua posição contrária ao reconhecimento das famílias da diversidade. Durante a campanha pelo casamento igualitário [que virou lei em 2010], o próprio Bergoglio encabeçou uma cruzada com termos de 'guerra de Deus' contra o que chamou de um 'plano do demônio'."


 


O novo Papa disse que permissão de adoção de crianças por gays é coisa


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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Grupo cristão se organiza para orar pela vida de Jean Wyllys

Uma campanha pelo Facebook está criando uma rede de oração pela vida do deputado Jean Wyllys. O grupo “Ctrl-S” é quem organiza a rede de oração através do Facebook.


A página diz que o “Movimento de Evangelismo & Intercessão Ctrl-S Missão Urbana está Orando pela vida dele, nos ajude, Ore! esta pode ser a atitude mais nobre que você pode ter, em vez de critica-lo”.


“Não estamos orando pela saída do Jean Wyllys do congresso, mas sim para Deus se manifestar na vida dele”, continuou o grupo. “Você acredita que o espírito santo pode mudar a vida do Deputado Jean Wyllys?”, questiona a página.


 


A página que pede orações para Jean mostra essa imagem


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Saúde paulista lança material focando a AIDS no homem

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo realizou na manhã desta sexta-feira, 15 de março, em sua sede, na capital paulista, um café da manhã com sabor de conscientização para lançar sua mais nova publicação sobre o vírus HIV: “Masculinidades e Prevenção às DST/Aids”. O material será distribuído em 145 municípios paulistas, considerados prioritários, para profissionais de saúde e entidades que trabalham na prevenção do vírus, mas vai ficar também disponível em versão online no site da Secretaria.

Em forma de livro, a publicação une diversas visões sobre a doença focando o sexo masculino, tanto homens que fazem sexo com outros homens (HSH) quanto os heterossexuais, representando uma quebra do paradigma de que a AIDS é uma “doença gay”. A iniciativa é do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP, do Programa Estadual DST/Aids-SP e da Coordenadoria de Controle de Doenças.

“Com esse livro a gente espera atingir mais a população de homens no acesso à testagem. Ser cada vez mais criativos”, explicou Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual de DST/Aids. Ela destacou como um dos principais desafios a serem superados com relação aos homens a resistência que eles têm em ir ao médico. “O diagnóstico tardio ainda é um problema. Ainda não resolvemos todas as questões.”

“São sete mil novos casos a cada ano no Estado. Dos 212.551 casos notificados até junho de 2011, 145.340 eram entre homens”, enumerou Ivone Aparecida de Paula, da Gerência de Prevenção. Ela destacou ainda que é importante que “se a pessoa foi infectada ela precisa saber que está infectada”, colocando do teste de HIV como uma arma importante nessa luta.

De acordo com Ivone, um dos objetivos do material lançado nesta sexta é “facilitar o acesso do homem aos serviços de saúde”, adicionando que “a gente tem percebido um aumento do número de casos entre os HSH com relação aos héteros”. A obra tem organização de Ivone juntamente com as especialistas Renata Galli Barbosa e Patricia Helena Marques.

Ela é dividida em duas partes: a primeira é teórica e traz dados sobre os casos de HIV no Estado, além de falar sobre saúde do homem, medos masculinos e produção de materiais didáticos sobre o assunto. Já na segunda parte estão experiências bem sucedidas de iniciativas de prevenção à AIDS em municípios paulistas.


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Meu filho gosta de brincar de boneca. Quando devo atentar para isso?

 


Niel: sociedade impõe brinquedos


Na difícil arte de educar, os pais muitas vezes se deparam com ciladas. Deparar-se com o seu “meninão” brincando com a bonequinha da prima, ou o que pode ser ainda pior – na visão amedrontada de muitos pais – ouvir da boca do filho que ele quer ganhar uma Barbie do Papai Noel, pode levar o “ego familiar” à falência.


 Acalmem-se pais: a homossexualidade não é contagiosa. O grande temor dos pais é que ter um filho brincando com bonecas possa transformá-lo ou ser um “grave indício” de que ele é homossexual e isso não é verdade. Somos nós, enquanto pais, educadores e sociedade que construímos e determinamos, artificialmente e ao longo de gerações quais são os brinquedos próprios de meninos e meninas de acordo com as regras da sociedade. Desse modo, e infelizmente, meninas ganham bonecas, panelas e vassouras, enquanto meninos ganham carros, tijolinhos, maletas de médico e caixas registradoras.


A criança terá interesse por tudo que é novidade, colorido e faz barulho, independente se for uma Barbie ou uma bola de futebol. E não será o interesse por certos tipos de brinquedos que interferirá na orientação sexual do seu filho. Isso porque a orientação sexual, que pode ser entendida como a “preferência” por um determinado sexo é um fator geneticamente determinado, como mostram diversas pesquisas, muito antigas inclusive.


No mesmo raciocínio, insistir que seu filho goste de futebol e carrinhos de ferro não o tornará heterossexual. Se ele for homossexual, ele poderá ser um homossexual que goste de carros e futebol. Se ele for um heterossexual que brincou com panelinhas, poderá ser um indivíduo não machista que aprendeu desde cedo que homem também pode “pilotar fogão” e até se tornar um grande cozinheiro. Sabe-se lá.


Outro ponto importante – não necessariamente preocupante – reside num outro aspecto da sexualidade que é a identidade de gênero, que pode ser compreendida como o “sexo” ao qual o indivíduo pertence, homem ou mulher. E, em alguns casos, quando a identidade de gênero vem “trocada” por questões provavelmente biológicas, gera-se uma grande confusão, misturando-se na cabeça dos pais com a questão da orientação. Nas alterações de identidade de gênero, a pessoa, muitas vezes desde a infância, se vê com o “sexo” trocado, não se enxergando pertencente ao seu sexo biológico. E isso é de assustar qualquer pai e qualquer mãe.


Os pais ficam muito assustados frente a esse tipo de acontecimento, simplesmente porque não foram preparados para isso, em nenhum estágio do seu desenvolvimento como ser humano. Pouco se discute na escola sobre essas possibilidades, justamente pelo medo do “contágio”. Muitos pais acreditam que falar sobre o assunto pode “dar a ideia” e “transformar” o filho em gay ou travesti.


Nos cursos de noivos das igrejas, nos divãs dos analistas e nos chás de bebês, quase ninguém debate essa possibilidade. As pouquíssimas pessoas que ouvi admitindo a possibilidade de ter um filho homossexual ou transexual são cruelmente rechaçadas pelos demais. Ninguém – ou quase – deseja ter um filho homossexual; transexual muito menos.


Deveríamos preventivamente discutir essa questão mais abertamente em nossa sociedade para que os pais e a própria sociedade estivessem mais preparados para receber seus filhos com amor, seja lá como venham. Enquanto isso não acontece, resta apagar o incêndio de orientar os pais quando se deparam com essas dúvidas e rezar para que eles não castiguem, não violentem, não espanquem e não oprimam a subjetividade de seus filhos, gerando pessoas infelizes.


*Marcelo Niel é médico psiquiatra e psicoterapeuta de orientação junguiana. Mestre em Ciências e colaborador da Unifesp. Professor Instrutor do Departamento de Psiquiatria da Santa Casa de São Paulo e um dos autores do livro “Série Dilemas Modernos 1: Drogas, Família e Adolescência”.


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Jair Bolsonaro casou. Advinha quem celebrou? Malafaia. E o discurso?

Aconteceu na noite desta quinta-feira, 21, o casamento do deputado federal Jair Bolsonaro com Michelle. O casal já vivia junto há seis anos. Eles possuem uma filha de dois. O casamento religioso foi celebrado por Silas Malafaia, já que a noive faz parte da Igreja Vitória em Cristo, comandada por Silas.

O deputado Jair Bolsonaro temia que manifestantes estivessem na porta de seu casamento que aconteceu na Mansão Rosa, no Alto da Boa Vista, Rio. Mas eles não foram.

Mas porque uma notícia como essa estaria fazendo aqui no Mix? Ora, por conta do discurso do Malafaia: “o primeiro princípio é que Deus fez macho e fêmea. (...) Toda a História da civilização humana está sustentada no homem, na mulher e em sua prole. Deus só criou duas instituições na Terra: família e igreja. Família é homem, mulher e sua prole. Para a perpetuação da espécie, completude desse ser (...), o homem só se completa na mulher e a mulher só se completa no homem. O resto é blábláblá. Nada mais e nada menos”, disse o pastor.


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Saunas de todo o Brasil investem em festas direcionadas ao público bear

“Sauna e cinemão sempre foram lugares que nunca pensei frequentar. O medo de encontrar alguém conhecido era grande. Com o tempo, a curiosidade de saber como funcionavam esses lugares acabou me convencendo a  frequentá-los. A primeira sauna que fui  se chamava ‘Trés Chic’. Lá tive algumas de minhas melhores experiências sexuais. Uma coisa que ambos (cinemões e saunas) os lugares são semelhantes: pouquíssimos são os caras obviamente belos, o mais normal é encontrar homens gays comuns. Não que esses lugares não tenham caras mais afeminados, todo lugar tem, mas em menor proporção. No cinema também frequentavam travestis e afins. O que mais me incomodava lá era a higiene, que não existia, por isso frequentei apenas uma vez, só por experiência.”
O depoimento acima foi dado por um urso paulistano que topou nos contar suas experiências nesses pontos de encontros gays. As saunas e sexclubs, antes ambientes escuros e cheirando a alvejante, estão se tornando empreendimentos lucrativos em todo o Brasil. Somente em São Paulo, existem pelo menos cinco casas com programação bear: Chilli Pepper, Le Rouge, UpGrade, Blackout e Peep Lounge. Em outras regiões do País, esse tipo de festa está se consolidando aos poucos, sendo possível encontrar saunas com festas ursinas em Estados como Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e Paraná.

“A procura de saunas para a prática do sexo é uma coisa natural dentro da comunidade gay. Aqui em Recife, há os ursos interessados em se relacionar sexualmente, como também há quem esteja interessado no reencontro com os amigos, em bebericar, comer, socializando-se mais fraternalmente com seus semelhantes”, detalha Wagner Martins, responsável pela Confraria dos Ursos de Pernambuco.

Muitos frequentadores de saunas vão a esses locais também para a socialização. Segundo o produtor e DJ Henrique Giraldi, de São Paulo, as saunas que recebem os ursos geralmente são claras e têm esse foco do ponto de encontro. Para ele, as saunas escuras são mais voltadas para a pegação.

Roni Silva, produtor da festa Inside, também percebe este comportamento no Rio de Janeiro. O público que frequenta as saunas lá está interessado em socializar com os ursos e fazer amizades. “Cada vez mais as pessoas encontram na sauna outra opção além do sexo. Tanto na Inside como em outras festas voltadas para esse segmento, o sexo é fator principal, porém não o mais importante. É muito mais fácil fazer primeiro uma amizade e ter o sexo depois”.

Expandindo
Wagner Martins explica que a tradição de festas ursinas em Pernambuco surgiu em saunas da região e que o grupo não se limita a esses bearcontros. “Em Recife, a comunidade bear frequenta os eventos ursinos, como é de costume nos outros Estados, mas não se limita só à Confraria dos Ursos de Pernambuco. Eles também têm seus grupos de amigos, e se confraternizam também em reuniões entre eles, na casa dos amigos, costumam frequentar a praia, shoppings e também as saunas de Recife. O movimento aqui é bastante difundido”, completa.

“A principal sauna pro público bear em Belo Horizonte é a ‘Trés Chic’, que inclusive já recebeu encontros oficiais de ursos. Nela, o clima é mais de camaradagem. Os funcionários da casa são extremamente simpáticos e amigáveis, oficialmente não permitem garotos de programa e se você quiser só sexo basta ir para o segundo andar e aproveitar o grande espaço que a casa dedica aos clientes que buscam por isso”, diz o mineiro Raphael Ernesto, um dos responsáveis pela extinta festa Bear Boom.

Antes da ampliação desse cenário ‘bear-friendly’, a experiência dos ursos nas saunas era bem diferente. Em muitos casos, eles se sentiam acuados no meio de ‘barbies’ e depilados e há inclusive restrições de donos de saunas para a realização desses bearcontros. “Aqui não tem arraigada essa cultura dos ursos estarem sempre nas saunas... E a questão é um tanto quanto interessante porque em contato com algumas saunas daqui de Brasília para fazermos uma parceria, uma delas disse que não gostaria de ver sua imagem associada aos bears, que isso sujaria sua imagem frente aos outros clientes. Lamentável né?”, comenta Thiago Batticelli, responsável pela festa Cerrado Bears de Brasília.

O comportamento em saunas pelo Brasil depende muito da cultura local. Em Curitiba, por exemplo, os ursos são mais tímidos. Segundo um urso que prefere não ser identificado, ao organizar um encontro para gays afim de sexo grupal, cerca de vinte participantes ficaram sem ação e a coisa somente esquentou com a ajuda de uns amigos paulistanos “Convidei três amigos de São Paulo que organizam ‘grupal em sauna’. Eles chegaram bombando na cara de todo mundo. Isso foi o combustível para pegar fogo, o povo se desinibiu e esqueceu a frescura.” Ele também cita que em Porto Alegre o cenário é diferente, que os homens são mais objetivos e vão direto ao ataque. “Existe algo nos homens dessa cidade que não se compara, os caras são bem safados.”

Com o maior investimento nesse tipo de ambiente, a criação de festas temáticas para ursos e programacão direcionada a eles, as saunas ganharam uma estrutura melhor, possibilitando a maior presença deste público nas festas direcionadas aos gays que curtem os peludos.

Mafia Club
Uma opção para os ursos paulistanos a fim de curtir boa música, fazer amigos e depois curtir ‘a pegação’ com espaço dedicado a isso é o Mafia Club, festa comandada por Henrique Giraldi e realizada no Peep Lounge, sexclub na região central de São Paulo.
Inspirado em festas europeias, o Mafia traz a experiência bear do exterior para o público brasileiro: ”O Mafia não deve em nada para a meca dos ursos que foi a ‘Bear Factory’, em Barcelona, fui cerca de 40 vezes nessa que é a referência do Mafia Club. Em número de pessoas, de gente bonita, é igualzinho.” Giraldi ainda comenta que “o Mafia definitivamente não é uma festa de pegação. É uma festa com top DJs da cena e que tem um dos ambientes para tal”.


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Fomos conferir o lançamento mundial do novo barbeado da BIC

Caneta, isqueiro e barbeadores descartáveis. Quando ouvimos o nome BIC, provavelmente estes são os três primeiros produtos que vêm à cabeça. Para se fixar de forma mais íntima no mercado masculino brasileiro, a empresa está lançando aqui no Brasi o primeiro barbeador recarregável da BIC no mundo.


Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira, 26, o diretor de marketing da marca, Emerson Cação, disse que o BIC Flex 4 demorou cerca de cinco anos para ser desenvolvido e é destinado ao novo homem que se apresenta na sociedade contemporânea. “Este novo produto é destinado para homens acima de 18 anos, com gosto apurado para design, ele é sofisticado e antenado com o que acontece a sua volta.”


Questionamos Emerson sobre a falta de presença de homossexuais na campanha do Flex 4. Ele explica que “o BIC Flex 4 é destinado para o homem, acima de tudo homem. Indiferente do seu gosto ou da sua opção sexual”. O presidente da BIC Brasil, Horácio Balseiro, diz que a BIC é “democrática e presa pela liberdade de cada um”.


O novo barbeador BIC Flex 4 tem quatro lâminas flexíveis, que oferecem um barbear rente à pele. Seu cabo emborrachado foi desenvolvido por designers para as diferentes formas de manusear da mão masculina. O preço sugerido ao consumidor é de R$ 12,80 (o aparelho), R$ 15,30 (refil com duas unidades) e R$ 26,90 (refil com quatro unidades). Ele já está disponível para compra nos supermercados WalMart.


 


Flex 4 ganhou lançamento nesta terça


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